sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O jovem como sujeito social – aquele que também tem muito a ensinar


Angela Marin Pertile – Pedagoga POD Socioeducativo

Quem é este jovem com quem trabalhamos? Qual sua história? Quais experiências já viveu? O que eles quer aprender?  O que ele também pode nos ensinar?

Estas são perguntas essenciais quando pensamos em nosso fazer pedagógico. Nossa concepção de educação e nossa proposta de trabalho devem estar impregnadas delas.

Os jovens que diariamente recebemos em nossos espaços de educação são sujeitos sociais, ou seja, portadores de uma história marcada pelo lugar em que vivem, as experiências que já viveram e as relações que estabeleceram com os espaços, as pessoas e a vida.

Cada grupo social reinventa sua maneira de ser jovem e faz com que peculiaridades sejam criadas, mesmo em grupos de mesmas faixa etárias.Através destas vivências, as pessoas constituem aprendizados que devem ser valorizados, pois possibilitam a construção de uma relação de ensino aprendizagem extremamente rica e dialética.

Por isso, dedicar-se a conhecer a forma com que nosso educando enxerga o mundo e se relaciona com ele, se torna essencial para que as nossas proposições sejam realmente significativas e interessantes para eles.

Juarez Dayrell, a partir do texto O jovem como sujeito social, nos ajuda a pensar sobre este aspecto, através de um artigo, fruto de uma pesquisa publicada no ano de 2003, da qual indico a leitura. 

O texto está disponível no link


Fonte: POD 

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