sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Violência nos protestos não é legal

Os educadores Jorge Ortis e Janaina Pedroso, no dia 05/08, trabalharam com os alunos do Trabalho Educativo – Lanches Rápidos sobre o que são os movimentos ativistas e Black Blocs e a forma como são utilizados nos protestos. O objetivo dessa atividade foi mostrar aos educandos que para lutar pelos seus ideais não é preciso usar violência, e que o melhor caminho é um bom diálogo. Os educandos se mostraram bem interessados pelo assunto, porém um pouco perdidos por não darem tanta importância para jornais e noticiários.
Ao realizarem pesquisas no laboratório de informática, eles descobriram que Black bloc (do inglês black, preto; bloc, agrupamento de pessoas para uma ação conjunta ou propósito comum, diferentemente de block: bloco sólido de matéria inerte) é o nome dado a uma tática de ação direta, de corte anarquista, empreendida por grupos de afinidade que se reúnem, mascarados e vestidos de preto, para protestar em manifestações de rua, utilizando-se da propaganda pela ação para desafiar as forças da ordem. Black bloc é basicamente uma estrutura efêmera, informal, não hierárquica e descentralizada. Unidos, seus integrantes pretendem adquirir força suficiente para confrontar as forças da ordem.
Também aprenderam que o termo ativismo pode ser entendido como militância ou ação continuada com vistas a uma mudança social ou política, privilegiando a ação direta, através de meios pacíficos ou violentos, que incluem tanto a defesa, propagação e manifestação pública de ideias até a afronta aberta à Lei, chegando inclusive à prática de terrorismo. A imprensa por vezes usa o termo como sinônimo de manifestação ou protesto. Os termos ativismo e ativista foram usados pela primeira vez, com conotações políticas, pela imprensa belga, em 1916, referindo-se ao Movimento Flamingant.
Após a pesquisa, os educandos elaboram cartazes sobre o assunto destacando de que a violência nos protestos não é legal. 

Fonte: Trabalho Educativo

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