terça-feira, 9 de agosto de 2011

Calábria, meu futuro - SASE

Hoje, a coluna fala sobre um programa social do Calábria.

SASE - Serviço de Atendimento Socioeducativo


O Programa

O objetivo do programa é viabilizar o atendimento mensal a crianças e adolescentes na faixa etária de 07 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social. O SASE existe no Calábria Porto Alegre desde janeiro de 2006 e atende em média 40 alunos por mês.

O que se aprende?
São desenvolvidas as atividades lúdicas e pedagógicas, recreação, reforço escolar, momentos de formação e cuidados básicos com a higiene pessoal. Essas atividades são desenvolvidas de acordo com a necessidade dos atendidos, visando o aprendizado e também acolher a criança no espaço de proteção, para que os alunos não fiquem em situação de risco.O projeto tem grande importância para as famílias, pois seus filhos estão em um espaço de proteção e desenvolvem diversas atividades e até mesmo passeios externos.

O que pensam os alunos? 
O sase contribui para o meu crescimento através das aulas de informática, módulo básico e dos professores que nos orientam, relata Pedro Henrique, aluno da Turma 2.
O SASE me torna uma criança alegre e feliz e me ajuda no lado da aprendizagem através das atividades, diz Thiago Pires, da Turma 1.

O que pensam os educadores?
Juliano – Postulante 
"O sase é um projeto do qual possui grande importância para as crianças atendidas. Esta importância resume-se na formação de pessoas de bem, através de valores e ideais que constituem cidadões de caráter. É um suporte na área escolar e espiritual".

Andréa Cardoso – ex educadora SASE
"Vim para o Calábria atrás de um trabalho em minha área de formação, foi então que comecei a trabalhar no SASE, numa vaga de educadora social. Teoricamente sabia o perfil das crianças que aqui encontraria e tentaria fazer meu trabalho, mas como sabemos a teoria sempre fica distante da prática. No decorrer de meu trabalho como educadora eu tentei ensinar alguma coisa para eles, mas com certeza quem mais aprendeu fui eu aprendi a ser mais paciente, a escutar, a confortar, a ser mais tolerante, a lidar com a diversidade, com preconceitos, aprendi que a solidariedade é bem mais que uma palavra da moda. Entrei educadora e, com certeza, me transformei  numa pessoa, ou uma educadora bem melhor".
 

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